Primeira edição do nosso zine :)
Pra ler em pdf, é só entrar no http://issuu.com/coletivonongratxs
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
1° Vale Histeria - São José dos Campos
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Sobre os ocorridos em um show de São Paulo
Aos que não acompanharam, fomos indiretamente citadas pelo vocalista de uma banda em um show gravado e postado no youtube. Segue abaixo o que o vocalista alegou ter dito na ocasião:
"Isso aqui vai pra qualquer otário que ficou se aproveitando do momento pra se crescer dentro de cena ou qualquer outra coisa e se acha porque colocou um capeta numa camiseta e escreveu 'Isso é feminismo'. Enfia no seu cú."
Fizemos uma camiseta estampada com o baphomet e o escrito "This is feminism". A ideia nada teve a ver com a banda em questão, seus integrantes ou seus amigos e não tínhamos interesse em atingir ninguém.
A discussão aconteceu em um post da banda Anti-Corpos e tivemos a oportunidade de responder:
"Não sei direito a quem você se refere quando fala dos 'otários' que se aproveitaram do momento pra crescer dentro da 'cena' ou de 'qualquer outra coisa'. Também não sei quem tá se achando porque 'colocou o capeta na camiseta' – você e seus amigos não citam nomes, isso é muito frustrante.
Mas enfim, vou falar em nome do coletivo Non Gratxs porque acho que é a nós que você está se referindo. A ideia de colocar o capeta na camiseta (gostei da rima), as iniciativas que temos e – olha só!!! – a criação do coletivo não tem nada a ver com você, seus amigos, suas bandas, sua cena ou o que seja. Juro! Não sei qual é a dúvida, eu realmente não consigo entender porque vocês acham que a gente tá sempre falando de vocês... vocês são adultos, são inteligentes, qual é a dificuldade? A gente cita o nome de vocês?
A gente não vai enfiar nada em lugar algum, simplesmente porque não é você ou seus amigos que nos falam o que devemos fazer. Isso também é algo óbvio, mas achei importante frisar. Não é você, homem, que vai dizer pra mim, mulher, se eu devo ou não ser feminista. Não é você que vai dizer se minha bandeira é válida de ser levantada ou não. Não é você que me diz se minhas convicções são reais ou não. Como já falaram aqui: se você manda a gente enfiar qualquer coisa no cu, você tá mandando o feminismo também. O coletivo é feminista e, obviamente, todas as meninas envolvidas são feministas. Se você não tem nada contra nós, por que essa hostilidade? O que fizemos pra você(s)?
Nosso objetivo não é tirar vocês desse pedestal no qual vocês se colocam, até porque nós não acreditamos na existência dele. Nosso objetivo não é desmerecer os anos de ativismo, de cena, de diy... até porque vocês mesmo já fazem isso, com atitudes como a do whatsapp, como essa do vídeo... Entende? Vocês não precisam de nós para serem expostos. E a gente não precisa de vocês pra crescer em nada. Até porque a única coisa que esperamos com o coletivo e com nossas ações é 'crescer' em conhecimento, em bom senso, em respeito e igualdade. E isso não envolve vocês, pode ter certeza.
Nós não queremos transformar essa cena num 'lugar pra um ficar apontando o dedo na cara do outro'. A gente não faz parte da cena de vocês, nós não queremos fazer parte. E se formos criar uma cena será algo tão diferente do que é a de vocês, que me sinto até desconfortável de chamar de 'cena'. Fica tranquilo, siga com seu corre, a gente não liga pra nada do que vocês fazem. A não ser quando isso envolver as mulheres ou o feminismo."
Mantemos e reforçamos nossas palavras!
"Isso aqui vai pra qualquer otário que ficou se aproveitando do momento pra se crescer dentro de cena ou qualquer outra coisa e se acha porque colocou um capeta numa camiseta e escreveu 'Isso é feminismo'. Enfia no seu cú."
Fizemos uma camiseta estampada com o baphomet e o escrito "This is feminism". A ideia nada teve a ver com a banda em questão, seus integrantes ou seus amigos e não tínhamos interesse em atingir ninguém.
A discussão aconteceu em um post da banda Anti-Corpos e tivemos a oportunidade de responder:
"Não sei direito a quem você se refere quando fala dos 'otários' que se aproveitaram do momento pra crescer dentro da 'cena' ou de 'qualquer outra coisa'. Também não sei quem tá se achando porque 'colocou o capeta na camiseta' – você e seus amigos não citam nomes, isso é muito frustrante.
Mas enfim, vou falar em nome do coletivo Non Gratxs porque acho que é a nós que você está se referindo. A ideia de colocar o capeta na camiseta (gostei da rima), as iniciativas que temos e – olha só!!! – a criação do coletivo não tem nada a ver com você, seus amigos, suas bandas, sua cena ou o que seja. Juro! Não sei qual é a dúvida, eu realmente não consigo entender porque vocês acham que a gente tá sempre falando de vocês... vocês são adultos, são inteligentes, qual é a dificuldade? A gente cita o nome de vocês?
A gente não vai enfiar nada em lugar algum, simplesmente porque não é você ou seus amigos que nos falam o que devemos fazer. Isso também é algo óbvio, mas achei importante frisar. Não é você, homem, que vai dizer pra mim, mulher, se eu devo ou não ser feminista. Não é você que vai dizer se minha bandeira é válida de ser levantada ou não. Não é você que me diz se minhas convicções são reais ou não. Como já falaram aqui: se você manda a gente enfiar qualquer coisa no cu, você tá mandando o feminismo também. O coletivo é feminista e, obviamente, todas as meninas envolvidas são feministas. Se você não tem nada contra nós, por que essa hostilidade? O que fizemos pra você(s)?
Nosso objetivo não é tirar vocês desse pedestal no qual vocês se colocam, até porque nós não acreditamos na existência dele. Nosso objetivo não é desmerecer os anos de ativismo, de cena, de diy... até porque vocês mesmo já fazem isso, com atitudes como a do whatsapp, como essa do vídeo... Entende? Vocês não precisam de nós para serem expostos. E a gente não precisa de vocês pra crescer em nada. Até porque a única coisa que esperamos com o coletivo e com nossas ações é 'crescer' em conhecimento, em bom senso, em respeito e igualdade. E isso não envolve vocês, pode ter certeza.
Nós não queremos transformar essa cena num 'lugar pra um ficar apontando o dedo na cara do outro'. A gente não faz parte da cena de vocês, nós não queremos fazer parte. E se formos criar uma cena será algo tão diferente do que é a de vocês, que me sinto até desconfortável de chamar de 'cena'. Fica tranquilo, siga com seu corre, a gente não liga pra nada do que vocês fazem. A não ser quando isso envolver as mulheres ou o feminismo."
Mantemos e reforçamos nossas palavras!
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
domingo, 22 de dezembro de 2013
Subversão Feminista
Mulheres inquietas com muitas perguntas e algumas soluções, cada uma de um canto, com diferentes formações, opiniões e ideias, mas com um só objetivo: nos aproximarmos umas das outras numa rede de apoio e luta para a construção de uma sociedade onde a mulher não mais seja vítima do patriarcado.
A ideia do coletivo surgiu por motivos de reação e apoio às vítimas atingidas por mais um desses episódios machistas que nos deparamos diariamente. Na tentativa de desconstruir a “normalidade” que as pessoas encaram essas ações violentas, nos organizamos para produzirmos atividades, discussões, zines e outras atividades que visam o entendimento do feminismo como algo extremamente necessário.
Sabemos que o caminho é longo, mas temos certeza de que juntas somos fortes.
Coletivo Non Gratxs
coletivonongratxs@gmail.com
https://www.facebook.com/coletivonongratxs
A ideia do coletivo surgiu por motivos de reação e apoio às vítimas atingidas por mais um desses episódios machistas que nos deparamos diariamente. Na tentativa de desconstruir a “normalidade” que as pessoas encaram essas ações violentas, nos organizamos para produzirmos atividades, discussões, zines e outras atividades que visam o entendimento do feminismo como algo extremamente necessário.
Sabemos que o caminho é longo, mas temos certeza de que juntas somos fortes.
Coletivo Non Gratxs
coletivonongratxs@gmail.com
https://www.facebook.com/coletivonongratxs
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Mídia, Gênero e Sexualidade – debate PUC/SP em 08/11/2013
O debate contou a presença de Laerte (acho que não se faz
necessária apresentações, né?) e de Daniela Andrade, militante transexual e absurdamente articulada e engajada na luta
das travestis, transexuais, transgêneras e feministas.
Na verdade foi mais uma conversa em torno da INVISIBILIDADE
que esses gêneros sofrem. Tanto a mulher, quanto os gays, quanto as
travestis/transexuais/transgêneros são
sempre expostas pela mídia de uma forma submissa e subordinada ao patriarcado,
bem como, de forma decadente ou extremamente misógina.
Basicamente o bate-papo ficou ao redor disso e foi bastante
produtivo ouvir uma ativista transexual falando sobre feminismo. Ela foi
incrível.
E claro, que a Laerte também.
Uma coisa muito curiosa que foi citada durante a palestra se
trata de questão de existir um código de uma associação dos profissionais de
rádio e de TV em que não se pode falar sobre travestis e transexuais nessas
redes. Não é algo implícito, ao que consta, esse código existe de verdade.
Outro tópico, esse é legal, é que a prefeitura de SP tem um
núcleo que trata dos direitos LGBT. Eles vão criar uma campanha contra a
homofobia que deve ser lançada em março/2014. Além disso, vão instituir o Dia
Trans em 29 de janeiro. Na data, serão lançados vários programas para trazer
ensino qualificador de mão de obra para as meninas trans. Isso foi uma das coisas
que a Daniela mais bateu na tecla: de que as trans e as travestis não brigam
pelos seus direitos, por serem extremamente marginalizadas. Inclusive, nem se
quer conseguem terminar o ensino fundamental, portanto sua única alternativa é
a prostituição.
Assinar:
Postagens (Atom)



